terça-feira, 11 de março de 2014

Poupa (Upupa epops)


Nos próximos dias vou publicar uma série de fotos que fiz da Poupa (Upupa epops) em Maio e Junho do ano passado.

Durante vários dias em muitas horas de espera, fui acompanhando a tarefa de um casal de Poupa dedicado a 100% na alimentação das suas crias.


Para terem uma ideia e também para me perdoarem pelo facto de algumas fotos não serem "boas fotos", o ninho estava a cerca de 4 metros de altura num buraco da parede uma casa desabitada. Algumas fotos foram feitas comigo deitado no chão em paralelo coberto com uma rede camuflada, mesmo por baixo do ninho.

Algumas fotos não passam de simples registos e valem como tal.

A Poupa (Upupa epops)
Inconfundível, com o seu característico padrão preto e branco nas asas, e a cabeça e pescoço ocres. No 
entanto, a particularidade morfológica mais óbvia desta ave é a sua crista (poupa) pronunciada, orlada por 
pontas pretas, que, quando levantada, se assemelha a um leque. Emite uma vocalização extremamente fácil 
de ser identificada, um pouco semelhante ao cuco.

Esta é uma espécie abundante e com área de distribuição ampla, podendo ser encontrada sobretudo em habitats florestais pouco densos, nomeadamente montados de sobro e azinho, carvalhais, e em pinhais, assim como nas imediações de campos agrícolas. Na metade sul do território, pode ser encontrada durante todo o ano, sendo no entanto menos abundante no Inverno. Na metade norte, ocorre principalmente entre Março e Setembro, podendo ser vista ocasionalmente no Inverno, em zonas de clima mais ameno.


sábado, 25 de janeiro de 2014

Gavião (Accipter nisus) #1

Nos próximos dias vou publicar uma série de fotos que fiz do Gavião (Accipter nisus) após uma caçada. As fotos foram feitas em Vila Nova de Famalicão em Junho de 2013 nos terrenos do amigo Tomás Martins.




Esta pequena ave de rapina vive em zonas florestadas densas onde procura as suas presas na densa folhagem, voando habilmente por entre esta. Por este motivo, muitas observações de gavião duram apenas alguns instantes, até a ave desaparecer novamente na mata.

Identificação
Bastante semelhante ao açor, o gavião tem menores dimensões, sendo uma das mais pequenas aves de rapina diurnas da nossa avifauna. O macho exibe uma tonalidade rosa no peito e abdómen, que está ausente no açor. O macho e a fêmea, tal como no açor, exibem notórias diferenças de dimensão, sendo a fêmea significativamente maior. A cauda proporcionalmente mais comprida que o seu congénere permite também separar as duas espécies. Em comum possuem as barras horizontais das partes inferiores, barras na cauda e uma tonalidade cinzento-prateada no dorso, bico curto e robusto e patas longas.

Onde observar
Devido à sua distribuição, os locais mais favoráveis à observação do gavião encontram-se na metade norte do país.
Entre Douro e Minho – observa-se na serra da Peneda.
Trás-os-Montes – a serra do Gerês é um dos locais onde é espécie pode ser vista com mais frequência. Outros locais onde é conhecida a sua ocorrência incluem as serras do Alvão e do Larouco e a zona de Miranda do Douro.
Litoral centro –  no litoral centro a espécie pode ser vista com relativa facilidade, por exemplo no Pinhal de Mira assim como nas serras de Aire e Candeeiros. Ocorre igualmente junto ao paul da Madriz e na zona de Estarreja-Salreu.
Beira interior – distribui-se de forma esparsa pela região, podendo ser visto na zona do Sabugal.
Lisboa e Vale do Tejo – pouco abundante na região, pode ser visto com regularidade na serra de Montejunto, na serra de Sintra e na zona de Tomar. Por vezes aparece na lagoa de Albufeira.
Alentejo – pouco frequente no Alentejo, onde ocorre geralmente em densidades baixas, o gavião pode ser visto com maior probabilidade no norte alentejano, nomeadamente na zona de Castelo de Vide e na serra de São Mamede. 
Também é avistado com alguma frequência na zona de Barrancos.
Algarve – durante a época reprodutora o melhor local é a serra do Caldeirão. Durante os meses de Setembro e Outubro o gavião é visto com frequência na região de Sagres e cabo de São Vicente.

Abundância e calendário
Espécie pouco abundante, o gavião é principalmente residente, podendo contudo ver os seus números aumentados durante o Outono e Inverno com a chegada de aves invernantes vindas do norte da Europa. Como nidificante, distribui-se sobretudo pelo norte do país, acompanhando as zonas florestadas. A sul do Tejo tem uma distribuição mais esparsa.
(Fonte: avesdeportugal.info)

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Mix de sentimentos

Saber o que fazer,
Com isto a acontecer,
Num caso como o meu.
Ter o meu amor, linda jéssica
Para dar e pra vender,
Mas sei que vou ficar,
Por ter o que eu não tenho,
Eu sei que vou ficar.

É de pedir aos céus,
A mim, a ti e a Deus,
Que eu quero ser feliz.

É de pedir aos céus.
Porque este amor é meu,
E cedo, vou saber
Que triste é viver,

Que sina, ai, que amor,
Já nem vou mais chorar,
Gritar, ligar, voltar,
A máquina parou,
Deixou de tocar.

Sentir e não mentir,
Amar e querer ficar,
Que pena é ver-te assim,
Já sem saberes de ti.

Rasguei o teu perdão,
Quis ser o que já fui,
Eu não vou mais fugir,
A viagem começou.

Porque este amor é meu
E cedo vou saber,
Que triste é viver,
Que sina, ai, que amor.
Já nem vou mais chorar,
Gritar, ligar, voltar,
A máquina parou..
Deixou de tocar.

É de pedir aos céus,
A mim, a ti e a Deus,
Que eu quero é ser feliz,
É de pedir aos céus.

Porque este amor é teu,
E eu já só vou amar,
Que bom não acabou,
A máquina acordou.

(A Máquina-Amor Electro)
Praia de Cepães, Esposende - 04/09/2013