sábado, 9 de junho de 2012

Flor Silvestre

"O tempo de vida das flores é tão curto ... 
Mas pelo menos elas não perdem tempo brigando entre si!"
(Mara Chan)



* Trifolium pratense Linnaeus

domingo, 3 de junho de 2012

Papoila

"Nunca faça florescer o sorriso nos lábios de alguém dizendo "Eu te amo", para depois deixar uma lagrima rolar dizendo "Esqueça-me". Pois o amor é o sentimento mais forte que há e um dia você poderá chorar as mesmas lagrimas que alguém chorou por ti..."

(Caderno de Frases e Poesias Scarlat)




sábado, 26 de maio de 2012

Hora Mística


Noite caindo ... Céu de fogo e flores. 
Voz de Crepúsculo exalando cores, 
O céu vai cheio de Deus e de harmonia. 
Silêncio ... Eis-me rezando aos fins do dia. 


Névoa de luz criando imagens na água, 
Nome das águas esculpindo os céus, 
Tarde aos relevos húmidos de frágua, 
Boca da noite, eis-me rezando a Deus. 


Eis-me entoando, a voz de cinza e ouro, 
- Oh, cores na água vindo às mãos em branco! -
Minha ópera de Sol ao último arranco. 


E, oh! hora mística em que o olhar abraso, 
- Sol expirando aos Pórticos do Ocaso! - 
Dobra em meu peito um oceano em coro. 

Afonso Duarte, in "Tragédia do Sol-Posto"




quinta-feira, 24 de maio de 2012

Teus passos ficaram...

"Não faças do amanhã o sinônimo de nunca, nem o ontem te seja o mesmo que nunca mais. Teus passos ficaram. Olhes para trás mas vá em frente pois há muitos que precisam que chegues para poderem seguir-te."
(Charles Chaplin)


terça-feira, 22 de maio de 2012

“Um céu numa flor silvestre”


Conhece-se a beleza dádiva dos deuses por aquilo que
ela produz na alma dos homens.
Quem é possuído por ela entra em êxtase:
cessa o riso, cessa o choro, o pensamento pára,
a fala emudece.
É mística.
A alma está tomada pela felicidade
da tranqüilidade absoluta.
Era assim que se sentia o Criador ao contemplar,
ao final de cada dia de trabalho,
o resultado da sua obra:
“Está muito bom!
Do jeito que deveria ser!
Nada há de ser modificado!
Amém!”

Rubem Alves
“Um céu numa flor silvestre”





segunda-feira, 21 de maio de 2012

Como eu gosto das coisas simples e espontâneas!


"As flores silvestres tem o privilégio da liberdade, podendo alastrar-se sobre a terra, embelezando e perfumando, formando imensos tapetes coloridos, presentes da natureza."
(Sibylla Ignês)




domingo, 20 de maio de 2012

Simples e singela,... mas bela!


"O amor é como as flores silvestres. Costumam ser encontradas nos lugares mais improváveis."
(H. Jackson Brown Jr)




Parage aegeria (Ariana)

Algumas fotos desta borboleta que se apresenta discreta com as asas fechadas, mas é muito bonita de asas abertas.




Escolhi esta terceira foto devido ao problema que tem na asa esquerda. Este facto não a impossibilitava de voar bem e seguir o "seu caminho" para tentar mostrar que nós, que nos achamos seres superiores, acabamos por desistir perante as adversidades da vida, limitando-nos a lamentar "o nosso azar". Os outros seres não desistem e continuam a lutar.
Uma lição, digo eu!



Fotos feitas em Creixomil, Barcelos em 15 de Abril de 2012.

domingo, 13 de maio de 2012

Soltar amarras...

"Estou começando a soltar as amarras, as correntes, as algemas... Não nasci para viver preso às opiniões alheias, não consigo me escravisar por uma visão que não é a minha..."
Mislene Lopes


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Arcos


"Um monte de pedras deixa de ser um monte de pedras no momento em que um único homem o contempla, nascendo dentro dele a imagem de uma catedral."
(Antoine de Saint-Exupéry)




Capela da Srª do Padrão, em Monte Córdova, Sto. Tirso

domingo, 29 de abril de 2012

Uma flor para quem visita o meu blog


Uma pequenina flor silvestre numa manha de domingos com alguma chuva.
Em Creixomil, Barcelos - 29/04/2012

Uma "oferta" para os amigos que visitam o meu blog.
Como paga, fico à espera de comentários!


* Myosotis sp.

Iphiclides feisthamelli nas minhas flores



domingo, 18 de março de 2012

sábado, 17 de março de 2012

Desabrochar silencioso.

Da árvore do silêncio pende seu fruto, a paz.
(Arthur Schopenhauer)


segunda-feira, 12 de março de 2012

Entrelaçados

Toda a natureza é uma harmonia divina, sinfonia maravilhosa que convida todas as criaturas a que acompanhem sua evolução e progresso.
(Tsai Chih Chung)



Linda flor silvestre

Tu que fazes, linda flôr,
N´esta selva tão sosinha?
D´aqui  ver-te tenho dor,
Existindo sem visinha!...

Porque não vaes tu viver
Em jardins encantadores?
Vae-te, não queiras morrer
Tão ausente das mais flores.

Se vem um bicho malvado
Em procura de sustento,
Tu o verás a ti voltado;
Serás morta n´um momento

Se vem um tufão furioso
Por tua fronte passar.
Cairás logo no chão,
Sem ninguém te apanhar!

Anda pois, comigo vem,
Prometto-te, linda flor
De a ti, e mais ninguém
Dedicar o meu amor.

Viverás no meu jardim
No lugar que escolheres;
Só a ti amarei, sim,
Até eu, ou tu morreres.

Então anda, vem ser minha
Não quero que fiques só;
D´aqui deixar-te sosinha
Tenho pena, tenho dó!

(Manuel Maria de Magalhães - Julho de 1864)




* Pentaglottis sempervirens

quinta-feira, 8 de março de 2012

Hora de partir

Mas quando for a hora de ir embora
sei que, sofrendo, deixarei você longe de mim.
Não me envergonharia de pedir ao seu amor esmola,
mas não quero que o meu verão resseque o seu jardim.
(Fernanda Young)



quarta-feira, 7 de março de 2012

Pegadas aprisionadas.

Não vejo as tuas pegadas
nem escuto os teus passos,
pois és feito de silêncio
e de invisibilidade.


O real não é a medida
da nossa percepção.


Eu creio no que não vejo,
no que não ouço, nem toco.


Os sentidos me apequenam
e a razão me aprisiona,
o corpo me faz mortal.


Tempo e espaço são o cárcere
do prisioneiro ilusório.


Quem crê em suas paredes,
não pode ver o infinito.
(Valter da Rosa Borges)





Amarras da vida

Olho à volta e só vejo esta parede branca 
Dou em louca 
Lembro-me vagamente de ter sido feliz 
Mas não me lembro a que sabe a felicidade 


Sei o que tenho a fazer 
Mas tento enganar-me e pensar que posso ser diferente 
Encolho-me no meu canto preferido 
E finjo acreditar que é exactamente ali que eu quero estar 


Tento sonhar uma vida para além do que sou 
Pinto esse desejo com cores vivas 
Rio-me da minha inocência momentânea 
Sento-me outra vez sobre o passado e abraço o que sei e o que vivi.
(AnaVentura In: http://www.luso-poemas.net)